A característica mais marcante dessa região são as altas montanhas de terras coloridas. A mais famosa delas o Cerro de Sete Cores ou Cerro de los Siete Colores em Purmamarca. Mais famoso mas não o maior ou mais belo, talvez por ser mais facilmente avistado e visitado. Todas são fascinantes e a cada hora do dia, dependendo da luz solar uma montanha diferente se manifesta. O sol é escaldante o dia todo, quase não há sobras. Árvores só nos vales.
Os vales são a vida de todo o norte argentino. Impressionante a fertilidade em meio a tanta aridêz.
Plantam de tudo em todas as cidades. O dia foi um bate e volta de 341 km até a singular cidadela (Vila) de Iruya. Localizada à 2780 m.a.n.m nas encostas da Serra de Santa Victoria. Ao chegar vê-se um povoado dependurado na montanha, cercado pelos rios Milmahuasi e Colanzuli. Rios aqui são secos quase todo o ano, mas a largura das cales surpreende. A maioria bem mais largas que rios importantes do Brasil. Muitas transposições são feita pelo leito seco. Pontes são raras devido às larguras e a força das águas quando chove. Descem verdadeiras avalanches das encostas levando tudo que tiver à frente. Não é uma região para visitar com chuva.
Até pouco mais de 7 anos só chegava à Iruia em lombo de mula. Hoje há uma estrada que sobe até 4300m e depois despenca em zigue zague pela encosta.
As demais cidades da região, principalmente Purmamarca, Tlcara e Humahuaca tem atrações semelhantes com muto artesanato, culinária e costumes andinos.
Terminamos nosso dia em Tilcara, no Hotel Aguacanto Cabanas. Seria dormir bem pois na manhã seguinte seguiríamos para San Pedro de Atacama no Chile.
Muito massa!! Estou acompanhando sua aventura, belas fotos, ta ficando massa d+ esse documentário.
ResponderExcluirLegal Fabiano! É realmente uma aventura ímpar, por estar de carro, pela nossa abertura à cultura local e pelo tempo que temos para aproveitar cada lugar. Quando faço uma foto realmente boa, lembro de você e de outros amigos que amam esse meio de registrar o momento. Abraço!
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