A palavras do dia foram "canaviais", muitos de ambos os lados das estradas até onde a vista alcançava e "pare", das placas de obras na estrada. Muitas em duplicação em SP e PR. No Paraná apesar de pedagiadas e boas são todas simples e não tão retas e por isso demora mais rodar 500, 600 km.
Uma ótima solução foi ter colocado o Via Fácil e o Sem Parar no carro. Eram pedágios um atrás do outro. Pode não parecer, mas agiliza bastante a viagem não ter que parar nas filas, procurar a grana e esperar o troco.
Em Maringá Rosa viu um belo restaurante Alemão, mas a 140 km/h quando avistado já estávamos a mais de 300 metros e o retorno era longe. Acabamos por enfrentar um rodízio gaúcho com direito a Sagú de sobremesa...
Apesar de tudo chegamos em Foz do Iguaçu cedo e como pretendíamos cruzar a fronteira, as 18h já estávamos no hotel. O um calor era de nordeste brasileiro e nem mesmo a chuva remediou. Cansados fomos apenas em banco sacar pesos e no câmbio trocar os Reais (arrependimento total de ter comprado pesos em BH. Na fronteira, lado Argentino pagam 5 por 1 em qualquer lugar). Ah! e claro tomar nossa primeira Quilmes...
Como primeira compra... Um regalo a mi amor.




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