Mais uma vez (a 3ª) o guia de viagem de Rosângela falou mais alto que o roteiro original previsto. No retorno do Chile era para irmos aos Parques Nacionais de Talampaya e Ischigualasto, ambos na região de Rioja. Esse último Patrimônio Natural da Humanidade pela Unesco. Seriam dois dias de acampamento, os únicos da viagem pois não há opções de hospedagem nos parques. Mas creio que Rosa preferiu os hotéis boutique com saunas, piscinas e outros agrados e fomos para Mendoza (terra do Malbec que tanto apreciamos) e Córdoba, vivenciar um pouco de "metropolisse", longe de nós até agora.
Essa frase traduz bem que sempre podemos tirar algo bom no "novo" e inesperado
Não poderia ser diferente e fomos a bodegas, vinhas e fábricas de azeite, aliás os azeites argentinos são muito bons. São cerca de 1220 bodegas que produzem nada menos que 11 vezes toda a produção de vinhos do Brasil. Dessas mais de 100 estão preparadas para receber visitantes.
Como chegamos em Mendoza na quarta já bem à noite depois de uma viagem bem longa, aproveitamos mesmo foi a quinta, finalizando a estada no Anna Bristrô, que figura entre os 10 melhores da gastronomia mendoncina, quase todos com reserva antecipada pela internet. A visita foi curta mas a cidade merece bem uns 4 ou 5 dias, principalmente para quem queira explorar mais o Parque do Aconguágua. I'll be back!
Aí no dia seguinte fomos nós novamente para a estrada saindo da Província de Mendoza, cruzando a de San Luiz e chegando à de Córdoba. São em média 600 km mas existem muitas opções de trajetos e escolhi um bem diferente que passa pela cidade de Merlo. Uma pequena cidade serrana (mais ou menos como Visconde do Mauá/RJ ou Monte Verde/MG no Brasil). Muitos hoteis, cachoeiras, trilhas de moto e bike e turistas. Mas o ponto forte é sua imponente serra com 1280 metros de desnível em relação à cidade e ali, Condores, muitos condores fazendo seus graciosos voos...
Após realizar um sonho de ver esses animais, percorremos a serra até Rio Terceiro e de lá para Córdoba. Mais uma vez chegamos à noite no hotel. Esse uma experiência muito boa, o melhor da viagem. Azur Real Hotel Boutique. Vale muito a experiência de se hospedar aqui.
No sábado passeio à pé pelas ruas comerciais à procura de um livro de Gabriela Mistral que Rosa queria de todo jeito... mas não só isso. Cidade culturalmente interessante com musica clássica de qualidade nas esquinas, bons cafés e restaurantes.
E como não podia de ser mais uma Quilmes acompanhada de uma lanchinho leve








kkkkkkkkkkkkk... o lanchinho leve foi o melhor! muito massa
ResponderExcluirE foram mais de 30 desses...
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